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terça-feira, 17 de maio de 2011

Uma vez salvo, salvo para sempre?

Uma vez que a pessoa é salva, está salva para sempre? Quando as pessoas conhecem a Cristo como seu Salvador, são trazidas a um relacionamento com Deus que garante que sua salvação seja eternamente assegurada. Inúmeras passagens da Escritura declaram tal fato. (a) Romanos 8:30 diz: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.” Este verso nos diz que a partir do momento que Deus nos escolhe, é como se fôssemos glorificados na Sua presença no céu. Não há nada que possa impedir um crente de um dia ser glorificado porque Deus já assim determinou no céu. Uma vez justificado, a salvação é garantida – a pessoa está garantida, como se ela já estivesse glorificada no céu.

(b) Paulo faz duas perguntas cruciais em Romanos 8:33-34: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.” Quem tentará acusar o escolhido de Deus? Ninguém, porque Cristo é nosso defensor. Quem nos condenará? Ninguém, porque Cristo, O que morreu por nós, é O que condena. Temos como Salvador aquele que é defensor e juiz.

(c) Os crentes nasceram de novo (foram regenerados) no momento em que creram (João 3:3; Tito 3:5). Para que um cristão perdesse a salvação, teria que ser não-regenerado. A Bíblia não nos dá evidências de que o novo nascimento possa ser revertido. (d) O Espírito Santo habita em todos os crentes (João 14:17; Romanos 8:9) e batiza todos os crentes no Corpo de Cristo (I Coríntios 12:13). Para que um crente perdesse a salvação, teria que ser “não habitado” e desconectado do Corpo de Cristo.

(e) João 3:15 afirma que todo aquele que crer em Jesus Cristo “terá a vida eterna”. Se você crê em Cristo hoje e tem vida eterna, mas a perder amanhã, então esta jamais foi “eterna”. Então, nesse caso, se você perdesse a salvação, as promessas de vida eterna na Bíblia seriam falsas. (f) Como prova definitiva, creio que a Escritura explica melhor por si só: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Lembre-se que o mesmo Deus que salvou você é o mesmo Deus que o manterá salvo. Uma vez salvos, sempre salvos.  


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sexta-feira, 13 de maio de 2011

A bíblia e o álcool


Vários versículos encorajam as pessoas a que se mantenham longe do álcool (Levítico 10:9; Números 6:3; Deuteronômio 14:26; 29:6; Juízes 13:4,7,14; I Samuel 1:15; Provérbios 20:1; 31:4,6; Isaías 5:11,22; 24:9; 28:7; 29:9; 56:12; Miquéias 2:11; Lucas 1:15). Entretanto, as Escrituras não necessariamente proíbem que um cristão beba cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcoólica. Aos cristãos se ordena que evitem a embriaguez (Efésios 5:18). A Bíblia condena a embriaguez e seus efeitos (Provérbios 23:29-35). Aos cristãos também se ordena que não permitam que seus corpos sejam “controlados” por coisa alguma (I Coríntios 6:12, II Pedro 2:19). As Escrituras também proíbem que os cristãos façam qualquer coisa que possa ofender outros cristãos ou que possa encorajá-los a pecar contra sua consciência (I Coríntios 8:9-13). À luz desses princípios, seria extremamente difícil para um cristão dizer que esteja consumindo bebidas alcoólicas para a glória de Deus (I Coríntios 10:31).

Jesus transformou a água em vinho. E em algumas ocasiões, muito provavelmente bebeu vinho (João 2:1-11; Mateus 26:29). No tempo do Novo Testamento, a água não era muito limpa. Sem as modernas conquistas no campo sanitário, a água era cheia de bactérias, vírus e todos os tipos de impurezas (o que ainda acontece na maioria dos países de terceiro mundo). Como resultado, freqüentemente as pessoas bebiam vinho (ou suco de uva), pois era muito mais improvável que estas bebidas estivessem contaminadas. Em I Timóteo 5:23, Paulo instruiu Timóteo a parar de beber água (que provavelmente estaria causando seus problemas estomacais) e ao invés, beber vinho.

Liberte se!

Na Bíblia, a palavra grega para vinho é a mais corriqueira. Naqueles dias, o vinho era fermentado, mas não tanto quanto hoje. É incorreto dizer que era suco de uva, mas também é incorreto dizer que era o mesmo vinho que usamos hoje em dia. Repetindo, as Escrituras não necessariamente proíbem que os cristãos bebam cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcoólica. O álcool em si não é pecaminoso. Mas é da bebedeira e do vício do álcool que o cristão deve se afastar (Efésios 5:18; I Coríntios 6:12). Entretanto, na Bíblia há princípios que fazem difícil que se aceite que o consumo de bebidas alcoólicas pelo cristão, em qualquer quantidade, agrade a Deus.

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Demônios ou Anjos caidos?



Apocalipse 12:9 é o verso mais claro das Escrituras a respeito da identidade dos demônios: “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” A Bíblia indica que os demônios são anjos caídos: anjos que juntamente com Satanás se rebelaram contra Deus. A queda de Satanás do céu é descrita em Isaías 14:12-15 e Ezequiel 28:12-15. Apocalipse 12:4 parece indicar que Satanás levou consigo um terço dos anjos quando ele pecou. Judas verso 6 menciona anjos que pecaram. Então, é possível que demônios sejam os anjos que seguiram Satanás no pecado contra Deus.

Satanás e seus demônios procuram agora destruir e enganar todos os que seguem e adoram a Deus (I Pedro 5:8; II Coríntios 11:14-15). Os demônios são descritos como espíritos do mal (Mateus 10:1), espíritos imundos (Marcos 1:27) e anjos de Satanás (Apocalipse 12:9). Satanás e seus demônios enganam o mundo (II Coríntios 4:4), atacam os cristãos (II Coríntios 12:7; I Pedro 5:8) e combatem os santos anjos (Apocalipse 12:4-9). Os demônios são seres espirituais, mas podem aparecer na forma física (II Coríntios 11:14-15). Os demônios/anjos caídos são inimigos de Deus – mas são inimigos derrotados. “Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo” (I João 4:4).


 
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Dia das mães

Está chegando ai o dia das mães, por tanto nada melhor do que dar as mães de presente um estudo bíblico sobre sua função tão nobre ;)


A mãe cristã

Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.” Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?” Quando se começa a ser mãe?

Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus. A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade. A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade – manhã, tarde e noite (Deuteronômio 6:6-7).

Envolvimento – interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos (Efésios 6:4).

Ensinamento – sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo (Salmos 78:5-6, Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4).

Treinamento – ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial (Provérbios 22:6).

Disciplina – ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme (Efésios 6:4, Hebreus 12:5-11, Provérbios 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14, 29:15-17).

Nutrição – provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).

Exemplo com integridade – vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).
A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade. As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos. A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável. Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos. Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.

   

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domingo, 1 de maio de 2011

Fantasmas

Fantasmas existem?

Fantasmas ou demônios?

Os "fantasmas" como são chamados estão bem distantes de ser as pessoas que amavamos e que ja se foram, são na verdade seres demoníacos que se utilizam da imagem de alguem que amamos para tentar nos enganar,como diz a palavra de Deus, afirma que o próprio satanás fica ao nosso derredor buscando a quem possa tragar, e para isso é capaz de se utilizar de todo tipo de artifício,inclusive o de confundir os homens utilizando imagens de pessoas em que confiavam e amavam,e muitas pessoas acabam se deichando levar por tal armadilha santanica, por falta de conhecimento bíblico acabam muitas vezes perdendo a vida ou a sanidade, tendo seus dias atormentados por espiritos malignos.
Há várias ocasiões que envolvem contato com seres angélicos, tanto os anjos bons e os anjos ruins (demônios). Muitos dos exemplos que envolvem um bom anjo se referem ao "Anjo do Senhor", às vezes se referindo à aparição do Filho de Deus pré-incarnado (Cristofania). Mas muitos outros se referem aos bons anjos que Deus usa para ministrar a nosso favor (Hebreus 1:14). Para fazer isso, às vezes eles manipulam o ambiente físico, por exemplo: 1 Reis 19:5-7 (o anjo toca Elias e providencia comida e bebida para ele); 2 Reis 19:35 (o anjo mata 185000 Assírios); Daniel 6:22 (o anjo fecha as bocas dos leões); Atos 12:23 (o anjo mata o rei Herodes por aceitar louvor como se fosse um deus).

Dessa mesma maneira, há exemplos nos quais anjos ruins (demônios) são registrados interagindo com pessoas. Eles também podem manipular o ambiente físico. Em Jó 1:12-19, eles manipulam as pessoas para que façam maldade; eles usam fogo do céu para consumir rebanhos de ovelhas. Eles também fazem com que um vento derrube a casa de Jó onde seus filhos estavam. Nos evangelhos, vários exemplos são registrados de demônios possuindo pessoas (Mateus 8:16,28f.; 9:32-33; 12:24; 15:22; 17:18; etc.) Nesses exemplos, e em vários outros, a manifestação de ser possuído por um demônio envolvia algum elemento físico (ficar mudo, epilepsia, cegueira e, às vezes, força supernatural). Eles também possuíram o corpo de muitos porcos antes de pular na água e se afogarem (Mateus 8:28).

Podemos notar três coisas sobre os demônios: (1)Os demônios não têm nenhum poder sobre qualquer pessoa que vai além do que Deus permite; quer dizer, Satanás (e sua multidão de anjos) são como cachorros vadios com correias e é Deus quem os controla. Eles só podem fazer o que Deus permite (Jó 1:12; Jó 2:6; Mateus 8:31-32). (2) Os exemplos de envolvimento demoníaco registrados nas Escrituras são bem mais frequentes do que os exemplos de interação com pessoas mortas. (3)Cristo deu aos Seus discípulos autoridade sobre os demônios (Marcos 16:17; Lucas 9:1; 10:9).

Você pode até se perguntar por que Deus permite que os demônios lidem conosco. Se estão sob o Seu controle, por que Ele não proíbe a interação com humanos? Na incompreensível sabedoria de Deus, Ele pode usar os desejos e intenções malignos de Satanás para um bom propósito. Em Marcos 1:13, Deus usa as tentações de Satanás para provar que Jesus não tinha qualquer pecado. No livro de Jó, Deus usa Satanás para mostrar a integridade do caráter de Jó e depois o recompensa em dobro por tudo que passou. Em 2 Coríntios 12:7, Deus usa a aflição de Satanás sobre Paulo para não deixar com que Paulo ficasse orgulhoso. No caso dos descrentes, Satanás e seus anjos servem como um tipo de estimulante, juntamente com a influência de um mundo ainda perdido e os desejos da natureza pecaminosa, para salientar a maldade que habita dentro deles, revelando então o estado de sua verdadeira natureza pecaminosa (Mateus 15:18-19; Efésios 2:1-3; Apocalipse 20:7-9).

Agora, à medida que examinamos as Escrituras, principalmente as epístolas que se focalizam nas nossas vidas na "era da igreja",encontramos muito pouco que descreve como devemos interagir com os demônios. Podemos achar, no entanto, instruções para não achar que podemos enfrentá-los com nossa habilidade e forças (Judas 1:9). Também não devemos nos perguntar continuamente se há demônios agora mesmo ao nosso redor (provavelmente sim... e às vezes eles se manifestam!). Mas se estão ou não, eles não devem ser o nosso foco). Por que não? Porque eles não têm nenhuma autoridade que vai além do que Deus os dá. Quem e o que então deve ser o nosso foco? Nosso foco deve ser em Deus e nos comandos claros que Ele nos deu na Bíblia; se Ele é o nosso foco, não temos mais nada a temer (Salmo 27:1).

Não devemos ficar muito fascinados com o mundo dos espíritos, mas apenas fascinados com o Deus Criador e Seu maravilhoso caráter e atributos (Salmo 27:4; Salmo 73:25). Se encontrarmos manifestações de posse e atividade demoníacas à medida que servimos a Cristo e dependemos dEle, precisamos apenas nos voltar a Ele com uma simples oração e depender da Sua Palavra e direção do Seu Santo Espírito. Na verdade, essa é a forma que devemos estar encarando a vida mesmo quando não há NENHUMA manifestação evidente de atividade demoníaca, pois Satanás frequentemente trabalha em secreto, nunca tornando evidente a sua presença ou a dos seus demônios (2 Coríntios 11:13-15).

Se os demônios manifestarem sua presença em algum lugar, devemos nos perguntar o motivo. Há algum ídolo pagão, um fetiche usado em louvor pagão, etc. (Deuteronômio 32:16-17; Salmo 106:37-38; 1 Coríntios 10:19-21)?Ou talvez seja o caso que alguém se deixou possuir por um demônio ou permitiu envolvimento demoníaco em sua vida através de um pecado que continua a se repetir (Efésios 4:27). Qualquer coisa que estiver em oculto deve ser queimado, assim como Paulo e outros Cristãos trataram os livros que foram queimados em Atos 19:18 e todo pecado deve ser confessado a Deus (1 João 1:9).

Em resumo, é bíblico acreditar em demônios e que muitas “assombrações” ou são ilusões de impostores, ou realmente envolvem uma atividade demoníaca atual e visitas de espíritos humanos. O uso de canais para procurar a ajuda de “espírito guia” ou “espírito ajudante”, ou para procurar cartões de Tarô, participar de sessões espíritas, escutar músicas pesadas de Rock – tudo isso é estar convidando o envolvimento de demônios em sua vida. É bíblico não ficar tão obcecado pela existência do mundo dos espíritos. Em nenhum lugar das Escrituras podemos encontrar qualquer precedência para assim agir. Ao invés disso, devemos estar consumidos pela Palavra de Deus (Salmo 119) e nos dedicar a conhecer a Cristo (Filipenses 3:8-10), a oferecer nossas vidas como um sacrifício vivo (Romanos 12:1-2), e a fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:18-20, etc.). A única liberdade que os incrédulos podem ter do pecado e do inimigo é através do que encontramos apenas em Cristo (João 8:32-36; Romanos 6:16-23; Efésios 2:1-10). Precisamos nos concentrar em compartilhar o Evangelho de Cristo com outras pessoas. O Evangelho é o poder de Deus para libertação do pecado e de Satanás (Romanos 1:16; 1 Coríntios 1:18).

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terça-feira, 26 de abril de 2011

Anjos do Senhor

Do grego angelos . Em hebraico, malak. Significa “mensageiro”.


Os anjos são seres reais, espirituais, criados por Deus (Ne 9.6; Sl 148.2,5; Cl 1.16). Estavam presentes quando a terra foi criada (Jó 38.4-7)

Natureza dos anjos:
São espíritos incorpóreos (Sl 104.4; Hb 1.14; Ef 6.12).
Não devem ser adorados (Rm 1.25; Cl 2.18; Ap 19.10; 22.8,9).
Na maior parte do tempo, são invisíveis. Podem tomar a forma de corpos humanos (Hb 13.2; Gn 19.1; Lc 1.26,27; At 8.26; 12.7,8).
São uma companhia, não uma raça. Não morrem; não há aumento ou diminuição do seu número (Lc 20.34-36). No AT por 5 vezes são chamados de “filhos de Deus” ( Gn 6.2,4; Jó 1.6; 2.1; 38.7 ) mas nunca lemos a respeito dos “filhos dos anjos”. Os anjos sempre são descritos como varões, porém na realidade não tem sexo, não propagam sua espécie (Lc 20.34-35).
Existem em grande número (Hb 12.2; Mt 26.53*; Ap 5.11) - * Legião = cerca de 4500.Sua morada é o céu (Mt 22.30; Lc 2.13-15; Jo 1.51; Mc 13.32; Gl 1.8)

A personalidade dos anjos:
São seres individuais, racionais (2 Sm 14.20; 1 Pe 1.12).
São seres morais, capazes de saber o certo e o errado (2 Pe 2.4; Jd 6). Este período de “teste” dos anjos, quando podiam ou não obedecer a Deus, passou.
Possuem sabedoria sobre-humana, mas limitada - não são Oniscientes (Mt 24.36)
Possuem grande poder (Sl 103.20; 2 Pe 2.11; 2 Ts 1.7). Libertaram os discípulos (At 5.19; 12.7). Tiraram a pedra do túmulo de Jesus (Mt 28.2). Prenderão Satanás (Ap 20.1,2)
São subordinados a Deus e Cristo (Cl 2.10; 1 Pe 3.22)
São seres pessoais: Inteligência – Dn.10.14, Emoções – Jó 38.7, Vontade – Is.14.13,14 , Não são Onipresentes – Dn.9.21-23, Não são Onipotentes –Dn.10.13.
Existem aparentemente diferentes posições ou cargos (Ef 1.21; Cl 1.16; 1 Pe 3.22)

Ministério dos anjos
Em relação a Deus:Prestar louvor e adoração (Ap 5.11,12; Hb 1.6; Is 6.3; Sl 103.20,21)Levar a Lei de Deus ao seu povo (At 7.53; Gl 3.19; Hb 2.2)Executar os juízos de Deus (At 12.23; 2 Rs 19.35; Ap 16.1)Ajudar no dia do Juízo Final (Mt 13.30,39, 49, 50; 2 Ts 1.7,8)
Em relação a Cristo:Anunciaram seu nascimento – a Maria (Lc 1.26-38), a José (Mt 1.20), aos pastores (Lc 2.8-15)Protegeram o menino (Mt 2.13,19,20)Ministraram a Ele após a tentação no deserto (Mt 4.11)Fortaleceram-no no Getsêmani (Lc 22.43) e poderiam livrá-lo (Mt 26.53).Removeu a pedra do sepulcro (Mt 28.2-7)Presentes na Sua ascensão (At 1.11)Rendem-lhe homenagens (1 Pe 3.22) e Acompanharão a Sua volta (Mt 16.27; 25.31)
Em relação aos crentes:Protegem do perigo (Sl 91.11,12; Gn 19.15,16)Livramento de inimigos (Sl 34.7; 2 Rs 6.15-17; Dn 6.22; At 12.11)Encorajamento nas provações (1 R2 19.5; Gn 28.12,13; 32.1,2; At 27.22-24)Orientação (Mt 1.20; At 8.26; At 10.3-5)Acompanhamento da alma na morte (Lc 16.22)Alegria na salvação (Lc 15.10; 12.8,9) e Ministram (Hb 1.14) 

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

A verdadeira páscoa

Capítulo 12:14-27, v.43-cap.13:16

Esta passagem introduz a festa da páscoa (passar por cima), que ainda hoje é celebrada, com algumas modificações, pelos judeus. Ela comemora a passagem do SENHOR sobre as casas dos israelitas que haviam passado o sangue do seu cordeiro nos umbrais e viga da porta da sua casa (versículo 13), poupando os seus primogênitos da morte.
Alguns detalhes foram acrescentados na lei que Moisés recebeu do SENHOR (Números 9:10, 11, 28:16-24; Levítico 23:10-14; Deuteronômio 16:2, 5, 6; 2 Crônicas 30:16), e com o tempo incluíram também o cálice (Lucas 22:17, 20), e o molho (João 13:26).
É o início da festa dos pães asmos (Êxodo 23:15; Marcos 14:1; Atos 12:3), durando uma semana, assim chamada porque nenhum pão feito com fermento é permitido durante essa semana, nem é permitido ter fermento em casa (Êxodo 12:15).
A páscoa é celebrada depois do pôr do sol, que, para eles, é o início de um novo dia, neste caso o primeiro dia da festa dos pães asmos. Tanto este primeiro dia como o último, sétimo, são santificados como se fossem sábados. O cordeiro eventualmente passou a ser chamado páscoa (Marcos 14:12-14; 1Coríntios 5:7).
A festa tinha que ser celebrada perpetuamente, todos os anos, através das suas gerações, como solenidade ao SENHOR.
O cordeiro pascal era um tipo do Senhor Jesus Cristo. Ele é a nossa Páscoa (1 Coríntios 5:7).
  1. Tinha que ser um cordeiro; e Cristo é o Cordeiro de Deus (João 1:29), assim chamado também no livro do Apocalipse, manso e inocente, mudo diante dos tosquiadores, os carrascos.
  2. Tinha que ser um macho de um ano (versículo 5), em pleno vigor. Cristo ofereceu-se em sacrifício no início da sua maturidade, com toda a sua força e vitalidade.
  3. Deveria estar sem defeito (versículo 5). É a descrição do Senhor Jesus, um Cordeiro imaculado (1 Pedro 1:19). O juiz que O condenou (como o cordeiro deveria ser examinado para o sacrifício) o declarou inocente.
  4. Depois de escolhido, tinha que ser guardado, dentro da família, por quatro dias antes de seu sacrifício, assim confirmando sua saúde (versículos 3 e 6). O Senhor Jesus passou mais de três anos depois de seu batismo ministrando entre o povo de Israel, quando todos, inclusive seus inimigos, tiveram a oportunidade de verificar a sua santidade (Lucas 11:53, 54; João 8:46; 18:38, 1 Pedro 1:19). Também entrou em Jerusalém no mesmo dia em que o povo escolhia o seu cordeiro, quatro dias antes da Páscoa.
  5. O cordeiro deveria ser imolado, e assado no fogo (versículos 6 a 9). O fogo na Bíblia representa o castigo de Deus, e este caiu sobre Cristo quando ele levou sobre si o nosso pecado (João 12:24,27; Hebreus 9:22).
  6. A imolação do cordeiro tinha que ser feita no crepúsculo da tarde, literalmente entre as tardes, por toda a congregação de Israel (versículo 6). Toda a multidão dos judeus em Jerusalém (que vinham de todas as partes para a festa) gritava "crucifica-O" (Lucas 23:18), e Ele foi crucificado à tarde, na véspera do primeiro dia da festa dos Pães Asmos.
  7. Nenhum dos ossos do cordeiro deveria ser quebrado (versículo 46). Isto também foi profetizado a respeito do Messias (Salmo 34:20), e cumprido fielmente (João 19:33,36).
A festa dos pães asmos, começando com a celebração da Páscoa, é uma figura profética da remissão efetuada por Cristo daqueles que nele crêem (Êxodo 12:1-28; João 1:29; 1Coríntios 5:6, 7; 1 Pedro 1:18, 19):
  1. Seu sangue precisava colocado na porta de cada casa (Êxodo 12:7). Para nos salvarmos mediante o sacrifício feito por Cristo na cruz, é necessário que cada um de nós individualmente tomemos o passo de o recebermos pessoalmente (João 3:36, Hebreus 9:22).
  2. O sangue assim aplicado, constituía, ele só, na perfeita proteção contra o castigo (Êxodo 12:13). Também o sangue de Cristo é todo suficiente para nos justificar (1 João 1:7; Hebreus 10:10,14).
  3. O hissopo é uma planta comum, da família da hortelã, sendo usado na purificação de leprosos (Levítico 14:2-7), na purificação de pragas (Levítico 14:49-52) e no sacrifício da novilha vermelha (Números 19:2-6). O hissopo é figura da fé, unicamente mediante a qual podemos ser purificados pelo sangue de Cristo.
  4. Os pães asmos são um tipo de Cristo, o Pão da Vida (Mateus 26:26-28; 1Coríntios 11:23-26). Observar a festa era um dever e um privilégio, mas não influía na segurança dos participantes: os pães não foram comidos na noite em que os primogênitos foram salvos da morte, mas depois (Êxodo 12:34-39). Só é possível crescermos em nossa vida espiritual em Cristo depois da nossa conversão e novo nascimento: a essa altura já temos a vida eterna e não estamos mais expostos a julgamento e condenação.
  5. O fermento tinha de ser retirado das casas. Durante os sete dias, se alguém fosse apanhado comendo pão com fermento, ele deveria ser expulso (Êxodo 12:19). A palavra fermento aparece 21 vezes na Bíblia, e é um símbolo de corrupção e de mal (Mateus 16:6, 11; Marcos 8:15; 1Coríntios 5:7, 8). Seu uso foi estritamente proibido em todas as ofertas queimadas feitas ao SENHOR (Levítico 2:11; 7:12; 8:2; Números 6:15). O Senhor disse, em parábola, que "o reino do céu ésemelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado" (Mateus 13:33). O fermento representa o mal que entra dentro de uma igreja, contaminando a todos (1 Coríntios 5:6-8).
  6. Era para ser comido com ervas amargas (versículo 8), lembrando o sofrimento do Egito. Também ao nos alimentarmos da Palavra de Deus, nós nos lembramos do sofrimento debaixo do jugo do pecado, que nos foi tirado.
  7. Devia ser comido às pressas, em prontidão para a viagem (versículo 11). Devemos sempre estar vigilantes, sabendo que poderemos deixar este mundo a qualquer momento: não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir (Romanos 13:14).
Consagrar significa dedicar a Deus, dando-lhe sua propriedade. A consagração descrita no capítulo 13, versículos 2 e 11 a 16 foi introduzida para que o povo se lembrasse sempre do livramento obtido pelo sangue do cordeiro.
O mês de Abibe, começando aproximadamente no equinócio de 21 de março, passou a ser o primeiro mês do calendário eclesiástico israelita, sétimo do seu ano civil. Passou a ser chamado Nisan depois do cativeiro (Neemias 2:1). O cordeiro era sacrificado na tarde do dia 15 de Abibe e comido à noite, quando começava o primeiro dia da festa dos Pães Asmos. Podia cair em qualquer dia da semana, calculando-se que o dia 15 foi uma quarta feira quando Cristo foi crucificado.
O ritual da consagração tem três objetivos:
  1. Lembrar os israelitas de como Deus havia poupado seus filhos e animais da morte, e libertado a todos da servidão.
  2. Mostrou que Deus, ao contrário dos deuses pagãos da antigüidade, não queria sacrifícios humanos.
  3. Simbolizava o dia em que Jesus Cristo nos compraria, pagando, de uma só vez, o preço do nosso pecado (1 Pedro 1:18-19).
Será que Ele passou por tudo isso, pra depois ser trocado por um coelho?

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

O qua bíblia diz sobre a mentira


Quando mentimos, ferimo-nos a nós mesmos. A Bíblia diz em Efésios 4:25 “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”
O nono mandamento proíbe a mentira. A Bíblia diz em Êxodo 20:16 “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.”
Quando mentimos não estamos seguindo o exemplo de Jesus. A Bíblia diz em Colossenses 3:9-10 “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.”
Deus detesta a mentira. A Bíblia diz em Provérbios 12:22 “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor; mas os que praticam a verdade são o seu deleite.”
Os que mentem são excluídos da presença de Deus. A Bíblia diz em Salmos 101:7 “O que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos.”
Os que são desonestos não serão permitidos entrar na cidade de Deus. A Bíblia diz em Apocalipse 22:15 “Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.”
Somos considerados mentirosos se dizemos que somos cristãos mas não obedecemos a Deus. A Bíblia diz em 1 João 2:4 “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.”
Os hipócritas são mentirosos. A Bíblia diz em Tiago 3:14 “Mas, se tendes amargo ciúme e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.”
Deus nos perdoará. A Bíblia diz em 1 João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Morte - Início ou fim?

Considerando os acontecimentos recentes vamos refletir um pouco sobre a morte....

A Bíblia diz em Salmos 23:4 “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.”
Como é a morte? É como um sono. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança..” E a Bíblia diz em João 11:11-14 “E, tendo assim falado, acrescentou: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, ficará bom. Mas Jesus falara da sua morte; eles, porém, entenderam que falava do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu.”
Segundo Daniel, onde dormem os mortos? A Bíblia diz em Daniel 12:2 “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”
Sabem os mortos algo? A Bíblia diz em Eclesiastes 9:5-6, 10 “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
Mas a morte não é o fim. A Bíblia diz em Isaías 26:19 “Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair.”
Que promete Jesus aos que morrem ? A Bíblia diz em Oséias 13:14 “Eu os remirei do poder do Seol, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó Seol, a tua destruição? A compaixão está escondida de meus olhos.”
O poder da ressurreicção vem de Cristo. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:21-22 “Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”
Por que que Deus deu o Seu Filho ao mundo? A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Ambos os justos e os impios serão ressuscitados. A Bíblia diz em João 5:28-29 “Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”
Os justos serão ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:16-17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”
Que acontecerá depois da ressurreição? A Bíblia diz em Filipenses 3:20-21 “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.”
Por quanto tempo viveram os justos ressuscitados? A Bíblia diz em Lucas 20:36 “Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.”
Quanto tempo têm que esperar os impíos depois da primeira ressurreicção para que eles mesmos sejam ressuscitados? A Bíblia diz em Apocalipse 20:4-5 “E eles [os justos] reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. (Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se completassem.).”
Qual é o destino dos impíos? A Bíblia diz em Apocalipse 20:9 “Mas desceu fogo do céu, e os devorou.”
Quem são os impíos? A Bíblia diz em Apocalipse 21:8 “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.” lembrando é claro que esse destino cabe aquelas pessoas que permaneceram incrédulas até o final de sua vida na terra,aqueles que não se arrependeram.
A agora,faço minhas as palavras de Paulo, afinal para o crente, " Viver é Cristo,e morrer e lucro!"


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

A bíblia e a eutanásia


Esse é um assunto muito difícil. Há dois lados que são difíceis de se equilibrar. De um lado, não queremos tomar a vida de uma pessoa em nossas próprias mãos e a ela dar um fim de forma prematura – eutanásia. Por outro lado, em que ponto simplesmente deixamos uma pessoa morrer, e não mais agimos para tentar preservar a sua vida?

E a eutanásia? A verdade decisiva que leva à conclusão de que Deus é contra à eutanásia é a Sua soberania. Sabemos que a morte física é inevitável (Salmos 89:48; Hebreus 9:27). No entanto, só Deus é soberano sobre quando e como a morte de uma pessoa acontece. Jó testifica em Jó 30:23: “Porque eu sei que me levarás à morte e à casa do ajuntamento determinada a todos os viventes”. Em Salmos 68:20, lemos: “O nosso Deus é o Deus da salvação; e a DEUS, o Senhor, pertencem os livramentos da morte”. Eclesiastes 8:8a declara: “Nenhum homem há que tenha domínio sobre o espírito, para o reter; nem tampouco tem ele poder sobre o dia da morte”. Deus tem a palavra final sobre a morte (veja também 1 Coríntios 15:26, 54-56; Hebreus 2:9, 14-15; Apocalipse 21:4). Eutanásia é uma tentativa do homem de usurpar essa autoridade de Deus.

A morte é uma ocorrência natural. Às vezes Deus permite que uma pessoa sofra por muito tempo antes que sua morte ocorra; outras vezes, o sofrimento da pessoa é encurtado. Ninguém gosta de sofrimento, mas isso não faz com que seja correto determinar que uma pessoa está pronta para morrer. Muitas vezes os propósitos de Deus são revelados através do sofrimento de uma pessoa. “No dia da prosperidade goza do bem, mas no dia da adversidade considera; porque também Deus fez a este em oposição àquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele” (Eclesiastes 7:14). Romanos 5:3 ensina que as tribulações produzem perseverança. Deus se importa com aqueles que estão clamando que a morte venha dar um fim ao seu sofrimento. Deus dá propósito à vida até o seu fim. Só Deus sabe o que é melhor, e Sua hora, até mesmo para a morte, é perfeita.

Ao mesmo tempo, a Bíblia não nos comanda a fazer tudo o que podemos para manter uma pessoa viva. Se uma pessoa está sobrevivendo apenas com a ajuda de máquinas, não é imoral desligá-las e deixar a pessoa morrer. Se uma pessoa tem estado em estado vegetativo persistente por um período prolongado, não seria uma ofensa a Deus remover quaisquer tubos / máquinas que estão mantendo aquela pessoa viva. Se Deus quiser manter aquela pessoa viva, Ele é completamente capaz de fazer isso sem qualquer ajuda de tubos de alimentação e/ou máquinas.

Fazer uma decisão dessas é muito difícil e doloroso. Nunca é fácil dizer ao médico para suspender o suporte de vida de uma pessoa querida. Não devemos nunca tentar dar um fim a uma vida de forma prematura, mas ao mesmo tempo, não temos que alongar a vida de uma pessoa o tanto quanto possível, a qualquer custo. O melhor conselho para alguém que está enfrentando essa decisão é de orar a Deus por sabedoria (Tiago 1:5) em relação ao que Ele quer que você faça.

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quarta-feira, 23 de março de 2011

Seja sal



“Vós sois o SAL da terra; ora, se o SAL vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens”. (Mt 5.13 grifo meu - Bíblia Shedd)
A paz de Cristo. No conhecidíssimo sermão do monte, Jesus faz um discurso antagônico à postura de uma falsa prática religiosa da época. O rabi apresenta as bem-aventuranças, prega de uma maneira envolvente e sábia, em padrões que quebram os protocolos estabelecidos na comunidade judaica. Posso até ver, Jesus a falar e a multidão fascinada. A certa altura do sermão, Jesus faz uso de uma metáfora e compara os discípulos ao sal da terra. Sim, sal.
Para discernimos o que Jesus quis dizer, precisamos entender o papel do sal na cultura dos israelitas:
- O sal simbolizava pureza e fidelidade. No AT as alianças eram feitas com o uso do sal – 2 Cr 13.5; O sal significava um pacto incorruptível, inviolável, indissolúvel – Nm 18.19; O sal não pode ser destruído pelo fogo e simbolizava a aliança duradoura entre Deus e Israel. O próprio Deus prescreveu o sal como parte necessária dos sacrifícios – Lv 2.13;
- Até hoje, as batatas e ovos cozidos servidos no Pessach, a Páscoa Judaica, são regados com água salgada que simboliza as lágrimas derramadas pelos judeus na fuga do Egito;
- O sal era essencial, sendo o único meio de preservar alimentos, tais como a carne, o peixe, etc; O valor primário do sal não estava em seu uso como condimento, mas em sua capacidade de preservar;
- Nos dias de Jesus era bem diferente dos nossos dias, o sal tinha um alto valor mercadológico, tanto que os soldados romanos eram pagos com sal, por isso se oriunda o termo salário.
Então, quando Jesus comparou os discípulos ao sal, estava fazendo referência às características que eles deveriam possuir:
- Como cristãos e sal, devemos impedir que este mundo corrompido entre em estado de putrefação espiritual. Devemos conservar as vidas em comunhão plena com Deus, a fim de que, ao ressoar da trombeta, o maior número possível de pessoas encontre-se com Jesus nos ares;
- Como sal, cabe a nós fazer com que a vida de muitos que estão perdidos ganhe sabor, sentido e direção;
- Como sal nós não podemos retroceder, devemos anunciar as boas novas do Reino de Deus, dar bom testemunho, salgar os ambientes em que estamos inseridos como trabalho, faculdade, lar, etc e fazer a diferença como novas criaturas que somos.
Por fim, fica o alerta para que não venhamos a tornar-nos insípidos. Os depósitos de sal, ao longo do mar Morto, contêm não só o cloreto de sódio, mas uma variedade de outros minerais também. Este sal podia vir a tornar-se sem utilidade quando a chuva lavava sua salinidade, tornando-o insípido no correr dos anos. Não permitamos que, com o passar do tempo, nossa vida fique sem sal. Caso isso venha a acontecer, para nada mais prestaremos, senão para, lançados fora, sermos pisados pelos homens (Mt 5.13b).
Deus conta conosco para salgar esse mundo. Ide...


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sábado, 19 de março de 2011

A Bíblia e o Divórcio




Malaquias 2:16a: “Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel.” De acordo com a Bíblia, o plano de Deus é que o casamento seja um compromisso para toda a vida. “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6). Entretanto, Deus bem sabe que o casamento envolve dois seres humanos pecadores, e por isto o divórcio vai ocorrer. No Antigo Testamento, Ele estabeleceu algumas leis com o objetivo de proteger os direitos dos divorciados, em particular das mulheres (Deuteronômio 24:1-4). Jesus mostrou que estas leis foram dadas por causa da dureza do coração das pessoas, não por desejo de Deus (Mateus 19:8).


A polêmica a respeito do divórcio e do segundo casamento, se são ou não permitidos de acordo com a Bíblia, gira basicamente em torno das palavras de Jesus em Mateus 5:32 e 19:9. A frase “a não ser por causa de infidelidade” é a única coisa nas Escrituras que possivelmente dá a permissão de Deus para o divórcio e segundo casamento. Muitos intérpretes compreendem esta “cláusula de exceção” como se referindo à “infidelidade matrimonial” durante o período de “compromisso pré-nupcial”. Segundo o costume judeu, um homem e uma mulher eram considerados casados mesmo durante o período em que estavam ainda “prometidos” um ao outro. A imoralidade durante este período em que estavam “prometidos” seria a única razão válida para um divórcio.

Entretanto, a palavra grega traduzida “infidelidade conjugal” é uma palavra que pode significar qualquer forma de imoralidade sexual. Pode significar fornicação, prostituição, adultério, etc. Jesus está possivelmente dizendo que o divórcio é permitido se é cometida imoralidade sexual. As relações sexuais são uma parte muito importante do laço matrimonial: “e serão dois uma só carne” (Gênesis 2:24; Mateus 19:5; Efésios 5:31). Por este motivo, uma quebra neste laço por relações sexuais fora do casamento pode ser razão para que seja permitido o divórcio. Se assim for, Jesus também tem em mente o segundo casamento nesta passagem. A expressão “e casar com outra” (Mateus 19:9) indica que o divórcio e o segundo casamento são permitidos se ocorrer a cláusula de exceção, qualquer que seja sua interpretação. É importante notar que somente a parte inocente tem a permissão de se casar uma segunda vez. Apesar disto não estar claramente colocado no texto, a permissão para o segundo casamento após um divórcio é demonstração da misericórdia de Deus para com aquele que sofreu com o pecado do outro, não para com aquele que cometeu a imoralidade sexual. Pode haver casos onde a “parte culpada” tem a permissão de se casar mais uma vez, mas tal conceito não é ensinado neste texto.

Alguns compreendem I Coríntios 7:15 como uma outra “exceção”, permitindo o segundo casamento se um cônjuge não crente se divorciar do crente. Entretanto, o contexto não menciona o segundo casamento, mas apenas diz que um crente não está amarrado a um casamento se um cônjuge não crente quiser partir. Outros afirmam que o abuso matrimonial e infantil são razões válidas para o divórcio, mesmo que não estejam listadas como tal na Bíblia. Mesmo sendo este o caso, não é sábio fazer suposições com a Palavra de Deus.

Às vezes, perdido no meio deste debate a respeito da cláusula de exceção, está o fato de que qualquer que seja o significado da “infidelidade conjugal” , esta é uma permissão para o divórcio, não um requisito para ele. Mesmo quando se comete adultério, um casal pode, através da graça de Deus, aprender a perdoar e começar a reconstruir o casamento. Deus nos perdoou de tão mais. Certamente podemos seguir Seu exemplo e perdoar até mesmo o pecado do adultério (Efésios 4:32). Entretanto, em muitos casos, o cônjuge não se arrepende e nem se corrige, e continua na imoralidade sexual. É aí que Mateus 19:9 pode possivelmente ser aplicado. Muitos também se apressam a fazer um segundo casamento depois de um divórcio, quando Deus pode estar querendo que continuem solteiros. Deus às vezes chama alguém para ser solteiro a fim de que sua atenção não seja dividida (I Coríntios 7:32-35). O segundo casamento após um divórcio pode ser uma opção em alguns casos, mas não significa que seja a única opção.

Causa perturbação que o índice de divórcio entre os que se declaram cristãos seja quase tão alto quanto no mundo não crente. A Bíblia deixa muitíssimo claro que Deus odeia o divórcio (Malaquias 2:16) e que a reconciliação e perdão deveriam ser atributos presentes na vida de um crente (Lucas 11:4; Efésios 4:32). Entretanto, Deus reconhece que divórcios poderão ocorrer, mesmo entre Seus filhos. Um crente divorciado e/ou que tenha se casado novamente não deve se sentir menos amado por Deus, mesmo que seu divórcio e/ou segundo casamento não esteja sob a possível cláusula de exceção de Mateus 19:9. Freqüentemente Deus usa até a desobediência pecaminosa dos cristãos para executar um bem maior.

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